domingo, 28 de junho de 2009

"Nisto consiste o amor:

...não em termos nós amado a Deus, mas em ter-nos ele amado, e enviado o seu Filho para expiar os nossos pecados." (I Jo 4, 10)
Somos muitas vezes tentados a pensar o amor a Deus como atitude louvável de nossa parte. Vemo-nos assim no direito de reclamar quando as coisas não acontecem como queríamos, e de nos queixar de que nada recebemos em troca de nosso bem agir.
Esquecemos que amá-lo é o mínimo que podemos fazer, diante do amor muito maior que Ele tem por nós; ignoramos que esse seu amor não é medido pelas recompensas que possamos receber nessa vida, mas pelo sacrifício que o próprio Deus ofereceu por nossa salvação. Aquele que é a plenitude da perfeição decidiu se fazer homem, assumir nossas fraquezas, por amor. Diante disso, que mais podemos querer? Com o que havemos de nos preocupar?
Nisso consiste o verdadeiro amor: em que Deus tenha assumido nossa carne e se entregado à morte por nós. Que nossa humilde resposta seja amá-lo e confiar inteiramente nele.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Sim, se é sim


Em nossa vida, muitas vezes há momentos em que somos obrigados a fazer escolhas, das mais simples às mais sérias. Seja como for, escolher é um aprendizado, pois implica sabedoria e maturidade. São nossas escolhas que determinam quem somos, e que caminho traçamos.

Se nos deixamos formar por essas situações, aprendemos a ser firmes em nossas decisões. Diante de tantas possibilidades, não se pode ficar "em cima do muro" todo o tempo.


"Dizei somente: 'Sim', se é sim; 'não', se é não. Tudo o que passa além disto vem do Maligno." (Mt 5, 37)


Tal aprendizagem passa também por aceitarmos a condição da renúncia, inerente a qualquer decisão desse tipo. Escolher uma coisa é abrir mão de outra, e aí estão as lições que a vida nos dá. Cresçamos com elas, e peçamos a Deus a sabedoria de escolher a melhor parte, aquilo que condiz com os planos dele para nós.


Ocorreu um erro neste gadget