domingo, 28 de junho de 2009

"Nisto consiste o amor:

...não em termos nós amado a Deus, mas em ter-nos ele amado, e enviado o seu Filho para expiar os nossos pecados." (I Jo 4, 10)
Somos muitas vezes tentados a pensar o amor a Deus como atitude louvável de nossa parte. Vemo-nos assim no direito de reclamar quando as coisas não acontecem como queríamos, e de nos queixar de que nada recebemos em troca de nosso bem agir.
Esquecemos que amá-lo é o mínimo que podemos fazer, diante do amor muito maior que Ele tem por nós; ignoramos que esse seu amor não é medido pelas recompensas que possamos receber nessa vida, mas pelo sacrifício que o próprio Deus ofereceu por nossa salvação. Aquele que é a plenitude da perfeição decidiu se fazer homem, assumir nossas fraquezas, por amor. Diante disso, que mais podemos querer? Com o que havemos de nos preocupar?
Nisso consiste o verdadeiro amor: em que Deus tenha assumido nossa carne e se entregado à morte por nós. Que nossa humilde resposta seja amá-lo e confiar inteiramente nele.

6 comentários:

  1. Que seja assim simplies e tão grande ao mesmo tempo: CONFIAR INTEIRAMENTE NELE.

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  2. Que otima reflexão, muito obrigado, pois isso servio como base para mim fazer um estudo de minha escola de lideres

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  3. Uma reflexão muito rica. Nos faz pensar que amor é esse? "QUE AMOR É ESSE"?

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  4. Verdade, Franci... É tão grande que nos "constrange", como diz uma música.

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  5. O amor é inquestionável, mas, os aflitos e os que mergulham no Rio das águas da vida não entendem imediatamente sua Ordem. Só há conforto na compreensão do amor quando este se localiza numa planície ventilada...

    PAIXÃO, Edson.

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  6. Olá, Edson. Agradeço a contribuição. Mas não consegui entender sua metáfora... Pode explicar melhor?

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